Clubes e salões comunitários do RS querem adiar exigência de hidrantes

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Os clubes sociais e salões comunitários  e demais locais públicos com mais de 750 metros quadrados de municípios gaúchos enfrentam dificuldades para atender a legislação que os obriga a instalarem hidrantes até 2023. A lei foi criada após a tragédia da boate Kiss, em janeiro de 2013, na cidade de Santa Maria, também no Rio Grande do Sul.

Eles pedem prorrogação de todas as determinações relacionadas ao Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndios (PPCI) previsto na lei e que seja revista a obrigatoriedade do hidrante, equipamento considerado caro pelas entidades.

Embora o incêndio da boate Kiss, que matou mais de 240 pessoas em janeiro de 2013, tenha tornado mais rigorosa a legislação sobre prevenção e proteção contra incêndios no Rio Grande do Sul, a exigência de hidrantes já era prevista em lei de 1997 que foi substituída pela lei Kiss em dezembro de 2013.

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