Extintor não é obrigatório na maioria dos carros, mas usuários devem seguir regras para evitar multas

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Desde 2015 não é mais obrigatória a presença de extintores de incêndio em automóveis no Brasil. A mudança nas regras inclui, além de veículos de passeio, utilitários, caminhonetes, camionetas e triciclos de cabine fechada. Apenas veículos usados comercialmente devem viajar com o item de segurança, além daqueles destinados ao transporte de produtos inflamáveis, líquidos e gasosos.

A determinação da não necessidade de extintores derrubou uma exigência em vigor desde 1970, mas, para os condutores que optam por carregar o equipamento, existem algumas regras. Se não cumpridas, as autoridades de trânsito podem aplicar multas, além de cinco pontos na carteira de habilitação.

Entre elas, está a manutenção dos extintores dentro da data de validade, além do uso de pó químico do tipo ABC (com amônia e derivados) e não AB (à base de espuma e água).

Ou seja, caso o motorista decida manter o acessório em veículos, o item deve estar 100% em conformidade.

Usar ou não usar higrante?

Um dos motivos pelos quais os extintores foram dispensados dos carros é a tecnologia que permite que o automóvel deixe de ser alimentado internamente por combustível em caso de colisão. O interruptor inercial corta a alimentação da bomba de combustível após colisão ou desaceleração brusca, o que diminui o risco de incêndio.

Além disso, carros mais modernos também passaram por mudanças de design, como a localização do tanque longe da cabine de passageiros, e o potencial inflamável dos materiais de revestimento e construção dos veículos.

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