Case brasileiro é apresentado em conferência da ONU

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A Terceira Conferência Mundial da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre a Redução do Risco de Desastre, organizada pela Estratégia Internacional para Redução de Desastres, iniciada no dia 14, termina, hoje,18, em Sendai (Japão).

A administradora do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Helen Clark, apresentou as ações de apoio à contenção de desastres naturais implementadas pela instituição ao redor do mundo, entre elas, o projeto Fortalecimento da Cultura de Gestão de Riscos de Desastres no Brasil, realizado pelo PNUD Brasil e pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional. A iniciativa, que atua desde a prevenção até a recuperação pós-desastre, já capacitou mais de 1.400 agentes de defesa civil em 34 turmas em todo o Brasil.

Além da capacitação, o projeto também realizou um estudo para identificar quais áreas de pesquisas e de análises da própria Sedec precisavam de melhorias. Um plano de redução de riscos de desastres com foco no aperfeiçoamento da atuação dos agentes de defesa civil também foi elaborado por meio da coleta de dados por diferentes métodos, como questionário online, oficinas e entrevistas em todo o território nacional.

De acordo com o Atlas Brasileiro de Desastres Naturais, o Brasil é um dos dez países em que mais ocorrem desastres naturais no mundo. Nas últimas duas décadas, foram registradas mais de 23 mil catástrofes naturais no País, sendo a estiagem e a seca as principais. A inundação brusca e os alagamentos, assim como os deslizamentos, que tiveram elevação de 21,7 vezes no número de ocorrências entre 1990 e 2000, também entram na lista dos tipos de desastre que mais afetam a população brasileira.

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