Novas soluções de combate a incêndio são ideais para proteger data centers

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A presença de equipes de brigada profissional em locais de grande movimentação de pessoas é obrigatória na cidade de São Paulo desde 2015. A norma, que consta na Lei 16.312, vale para áreas públicas ou privadas cuja circulação média supera 1,5 mil pessoas por dia, e é só uma das mudanças que, recentemente, foram aplicadas a estratégias de combate a incêndios no Brasil.

No entanto, muitas dessas políticas são pensadas para um mundo normal e saudável, sem pandemia, e a chegada Covid-19 alterou não só como vivemos como também a forma como devemos nos organizar e nos defender. Um exemplo: com a migração para o trabalho remoto e o crescimento acelerado do e-commerce, houve um aumento expressivo na demanda por espaço em servidores e, consequentemente, em investimentos em data centers.

“Por isso, a proteção contra incêndios neste tipo de instalação vem ganhando ainda mais relevância, por sua relevância nas operações das empresas”, afirma Patrick Chen, engineering manager na Bucka, fabricante de equipamentos de combate a incêndios.

Segundo Chen, a maior necessidade de data centers, alinhada com as crescentes preocupações com a sustentabilidade das soluções, culminou no desenvolvimento de sistemas com menor impacto ambiental. “Além dos agentes já conhecidos, como o Inergen (IG-541) e o Novec-1230 (FK-5-1-12), existe uma demanda crescente pelo Water Mist, que gera uma névoa de água, muito eficiente no combate a incêndio e com geração mínima de resíduos”, diz.

De acordo com a Bucka, que fornece o Water Mist desenvolvido pela empresa dinamarquesa Fire Kill, o sistema pode gerar uma economia entre 60 e 80% de água se comparado com outros sistemas, como o sprinkler. Além disso, o produto é mais leve quando comparado a outros mecanismos do mercado e, tem peças de sistema com melhor custo-benefício.

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