Equipamento de detecção a laser de alta sensibilidade da SMH Sistemas antecipa perigo

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Os sistemas de detecção e alarme de incêndio tradicionais precisam do contato com fumaça para gerar um alarme ou, no caso dos sprinkler, necessitam da elevação da temperatura até o gradiente de expansão do mercúrio e rompimento da ampola para  liberar água, controlar e suprimir  o incêndio. Mas a SMH decidiu ir além e desenvolveu parceria com grandes fabricantes internacionais de sistemas de detecção de alta sensibilidade – HSSD (Hight Sensibility Smoking Detector) – que utilizam  tecnologia a laser ou leds de alta sensibilidade, antecipando o risco de incêndio.

De acordo com Claudemir Mantovam, diretor técnico comercial da SMH, o sistema de detecção de alta sensibilidade é extremamente sensível e livre de falsos alarmes,  prevenindo danos excessivos aos equipamentos, patrimônio, perda de dados, tempo operacional ocioso ou a liberação dos sistemas de combate ao incêndio por gás ou água (pré-action) enquanto ainda pode ser controlado . “O sistema de detecção a laser de alta sensibilidade fornece um alerta antecipado do foco de incêndio potencial, através do monitoramento de todos os estágios do fogo, evitando deste modo, a propagação do incêndio”, explica.

O HSSD capta partículas suspensas invisíveis no ambiente, segundo Mantovam, podendo identificar, inclusive, o superaquecimento, o curto circuito de equipamentos, componentes eletrônicos e cabos elétricos, que podem se transformar em incêndio. “A sensibilidade permite que o sistema perceba a mais sutil alteração no ambiente”, explica o diretor. “Identificado o risco é emitido um alerta na área e  para locais previamente determinados de modo a permitir uma atuação antecipada evitando que o incidente evolua para um incêndio”.

Mantovam afirma que o HSSD é essencial para a proteção de ambientes que abrigam dados, equipamentos ou bens de alto valor agregado, além de ambientes industriais onde os detectores tradicionais não funcionam adequadamente devido as condições extremas, que podem causar falsos alarmes, não detectar a fumaça ou levar muito tempo para perceber a situação de incêndio. “As aplicações incluem data centers, telecom, salas limpas, museus, acervos culturais e documentos, câmaras frias, hospitais, geração de energia, transportes, armazenagem, logística, instalações comerciais, entre outros setores”, diz.

Por ser um sistema de custo agregado maior, Mantovam diz que as empresas devem usá-lo nas áreas mais críticas, mantendo os sistemas tradicionais de detecção, alerta e combate a incêndios nos demais espaços. “O sistema de detecção de alta sensibilidade deve ser usado para proteger os ativos de alto valor e dados essenciais para a manutenção das operações das empresas. Já nos espaços de uso comum, os detectores convencionais são suficientes”.

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