Detectores são fundamentais para identificar gases tóxicos, asfixiantes e inflamáveis

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A presença de alguns gases em espaços fechados pode representar grandes riscos à saúde. Isso porque, além de serem em geral incolores – ou seja, invisíveis -, eles podem ser tóxicos, asfixiantes e inflamáveis.

Ao mesmo tempo, o seu uso é indispensável a diversas indústrias, cujos trabalhadores, por vezes, atuam em ambientes confinados. Esses ambientes não foram projetados para a ocupação humana contínua por possuírem limitações de entrada e saída, ventilação insuficiente para remover contaminantes ou quantidade de oxigênio abaixo do ideal.

Por isso, é fundamental e em muitos casos obrigatória a instalação de sensores que medem a concentração de gases nocivos, alertando o trabalhador para riscos e evitando acidentes. Conforme aponta a empresa Metrominas, que comercializa dispositivos de marcas como Honeywell Analytics, BW Technologies e RAE Systems, há toda uma gama de produtos para atender diferentes segmentos e necessidades.

“Como nosso portfólio oferece soluções para variados setores da economia, e diante de uma pandemia que postergou muitos projetos, procuramos focar em mercados que se mantiveram aquecidos, como o agronegócio”, afirma Claudice Babilon, gerente administrativa da Metrominas. “Isso, aliás, fez com que fechássemos 2020 com ótimos resultados”.

Entre as novidades que têm influenciado o mercado de detectores de gás, Claudice destaca duas delas. Primeiro, uma mudança legal: a alteração da Norma Regulamentadora 37, que diz respeito à segurança e saúde do trabalhador em plataformas de petróleo. Ela passou a exigir Calibração RBC – procedimento realizado por laboratórios creditados do Inmetro – para todos os dispositivos, tanto fixos como portáteis.

“A Metrominas, particularmente, recomenda a Calibração RBC independentemente do ambiente no qual os detectores serão utilizados, pois este procedimento garante a confiabilidade e a qualidade técnica dos equipamentos”, afirma Claudice.

Segundo, a interconectividade proporcionada pela indústria 4.0, que possibilitou avanços consideráveis no gerenciamento de dados em tempo real e, principalmente, na segurança dos trabalhadores. “Através de softwares de gestão e de monitoramento de frotas, já é possível visualizar em uma única tela, de forma instantânea, as condições dos detectores, alarmes e sensores”, diz.

Em linha com essa tendência, portanto, uma das inovações da Metrominas para este ano não é um aparelho, mas um software: o Honeywell Safety Suite. Baseado na nuvem, ele automatiza e agiliza a coleta de dados críticos de segurança. Isso, segundo a empresa, reduz o tempo destinado ao controle de frota e, assim, aumenta a segurança e a produtividade da operação.

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