Veículos especiais de combate a incêndio são preparados em empresas especializadas

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Os veículos de combate a incêndio são máquinas de ataque de primeira linha e seu principal objetivo é transportar bombeiros e brigadistas até o local de um incidente, levando água e outros equipamento necessários para debelar as chamas. Especializados, eles são montados por empresas específicas que desenvolvem projetos para cada situação e para atender as exigências dos clientes.

Veículos de combate a fogo industrial

De acordo com Daniel Rosset, gerente comercial da Thiel HT Indústria e Participações, empresa especializada em projetos de veículos especiais para o combate a incêndio, os projetos dependem do local de atuação do cliente. “Temos os bombeiros militares urbanos, os bombeiros civis de aeródromos, as brigadas contra incêndios florestais e cada um tem suas necessidades”, afirma.

O primeiro passo, segundo Rosset, é a compra do chassi em alguma montadora de caminhões. “É basicamente o mesmo chassi usado nos demais caminhões da marca”, garante. “Em alguns casos solicitamos que seja feita determinada parametrização dos sistema eletrônicos para que possamos utilizar alguns equipamentos interligados. Também pedimos adaptação de entre-eixo e no cardã. O restante será colocado por nós”.

Em alguns casos é pedido um caminhão com cabine dupla. Nesse caso o chassi irá para uma empresa parceira para a mudança. “Já nós fazemos a construção do tanque de água ou espuma química, estruturas de alumínio fora do chassi e depois fazemos a instalação. Nessa estrutura são instalados suportes para equipamentos autônomos de respiração e alguns consoles. Também é testada a interface entre o chassi e os equipamentos eletrônicos”.

O veículo recebe ainda um painel de comando, bombas, mangueiras, sistema de sucção, guinchos elétricos, esguichos, carretéis para mangotes, máscaras, material de salvamento em altura, escada, entre outros. “Se o veículo for usado em combate a incêndio florestal poderá ganhar ainda carretéis diferenciados, moto bombas, bombas costais, abafadores”, diz Rosset.

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