Unidades móveis levam treinamento às empresas

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Cada Estado tem uma legislação referente a brigada de incêndio. Em São Paulo, é regulamentada pela IT (Instrução Técnica) do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo nº 17/2011, determinada pelo Decreto Estadual nº 56.819/201. Mas também há a NBR nº 14276/2006 da ABNT (Associação Brasileira das Normas Técnicas), dois exemplos de normas que estabelecem as condições necessárias à formação, treinamento e reciclagem, para atuação em edificações e/ou áreas de risco.

Nesse contexto, as empresas necessitam de profissionais treinados que possam operar equipamentos de combate a incêndios, proporcionando maior eficácia na segurança contra estes eventuais sinistros. Com a brigada, reduz-se a probabilidade de que um incêndio se propague, evitando grandes prejuízos.

Empresa-e-mercado

Tendo isso em vista, se faz necessário um sistema de ações e medidas desenvolvidas para precaver e controlar situações que colocam em risco pessoas, seus bens ou o meio ambiente (plano de prevenção), dando resposta adequada às possíveis situações de emergência até a chegada das equipes de ajuda exterior. Deve-se cumprir a Lei Federal nº 6514/77, da Portaria nº 3214/78 por meio das suas respectivas Normas Reguladoras, nas quais estabelecem a necessidade de formar os trabalhadores, para adquirirem habilidades e conhecimentos que lhes permitam enfrentar as possíveis situações de emergência.

Como diz um antigo ditado: “Tempo é dinheiro”. Algo bem presente na realidade de treinamento em combate a incêndio, principalmente nas empresas. A Previnsa, empresa multinacional, presente na Espanha, Portugal, Reino Unido e agora no Brasil, especializada na elaboração e implantação de planos de prevenção, teve grande destaque na 20ª edição da Fisp (Feira Internacional de Segurança e Proteção), ocorrida em outubro de 2014, ao lançar uma carreta inovadora que traz um novo conceito em capacitação de brigadistas.

Inédito no Brasil, o uso de unidades móveis de alta tecnologia proporciona um grande avanço na qualidade do treinamento, capacitando os brigadistas e profissionais da área em seu próprio ambiente de trabalho, o que evita o deslocamento de funcionários até as pistas de treinamento, garantindo assim uma economia significativa. “Com a unidade móvel proporcionamos uma redução do tempo de parada para o treinamento, não afetando o processo produtivo da empresa”, diz Dennis Ferreira de Figueiredo, sócio da Previnsa.

Leia a matéria na íntegra na revista Incêndio edição nº 114

por Débora Luz

2 Comentários
  1. Vagner Nicodemos diz

    Gostaria de receber newsletter

  2. Fábio modesto diz

    Muito legal essa inciativa

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