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Presos serão contratados para combater incêndio e atuar como brigadistas no TO

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Ao todo, 50 homens, entre ex-presidiários e aqueles que cumprem pena em regime aberto, serão contratados pelo governo para atuar na prevenção e combate a incêndios. O Tocantins está entre os estados onde é registrado o maior número de queimadas. No ano passado, foram mais de 20 mil focos. A maioria, 8.783, no mês de setembro.

A contratação faz parte de um projeto de força-tarefa que será executado durante o período crítico, que começa em agosto. O projeto Salvando Vidas prevê o treinamento, estruturação e operacionalização de Brigada de Incêndio composta pelos detentos. Aqueles que usam tornozeleiras eletrônicas não entram no projeto.

“É importante fazer a ressocialização e vimos uma forma efetiva para que isso ocorra. Precisamos contratar para o trabalho em campo de prevenção, controle e combate aos incêndios e as pessoas que serão selecionadas precisam ser reinseridas no mercado”, explicou o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Leonardo Cintra.

A Fundação de Apoio Científico e Tecnológico do Tocantins (Fapto) será responsável pela triagem, seleção e treinamento dos brigadistas. Segundo o secretário, será levado em consideração o critério de bom comportamento para a seleção dos detentos.

Ao todo serão investidos R$ 750 mil para a admissão dos brigadistas, capacitação, compra de equipamentos de proteção individual, salários e demais despesas necessárias para a formação da brigada.

São 20 órgãos envolvidos na força-tarefa que começa com o Dia “D”, na próxima quarta-feira (13) em Palmas. O objetivo é focar nos municípios prioritários que lideram o ranking de queimadas, no Tocantins, sendo: Formoso do Araguaia, Lagoa da Confusão, Lizarda, Novo Acordo, São Felix, Pium e Ponte Alta do Tocantins.

A mobilização engloba educação ambiental, contratação de brigadistas, campanha institucional de apoio, força-tarefa e uma central de inteligência para o mapeamento e controle das áreasqueimadas ou com focos de incêndios, por meio do Centro de Monitoramento Ambiental e Manejo do Fogo (Cemaf).

Fonte: G1 – Tocantins

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